segunda-feira, 25 de setembro de 2017
domingo, 6 de novembro de 2016
sábado, 18 de julho de 2015
Reflexões sobre Hipertextos
ESTADO DO MARANHÃO
SUPERVISÃO DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS
CURSO: TIC - 2015
TUTORA: FORMADORA NAZARÉ
CURSISTA: JOÃO BATISTA
Atividade 2.5-Reflexões sobre hipertextos
Após assistir ao vídeo, que tal registrar algumas reflexões?
Vídeo Hipertextualidad, de Alejandra Bertolaccini (http:// www.youtube.com)
• Quais são os elementos presentes no hipertexto que não eram encontrados no texto?
• Quais os elementos que mudam os processos de leitura e de escrita?
• Como essas mudanças afetam o modo como ensinamos e aprendemos?
O vídeo que traz a linguagem escrita em espanhol mostra um hipertexto com múltiplas conexões, sem seguir uma linearidade. Surgindo assim a possibilidades de explorações diversas, de acordo com as buscas de cada usuário e são tais elementos que trazem a capacidade de mudar, diversificando, o processo da leitura e da escrita, que fica a critério do espectador/usuário/autor. E como isso poderá afetar nossa forma de ensinar e de aprender? Abrindo novas possibilidades de lidar com o conhecimento, desde o acesso à informação, até o processo de depuração, difusão e da construção, individual ou conjunta de novos saberes.
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Atividade 3.1 - Diretrizes da escola frente ao uso das mídias sociais
ESTADO
DO MARANHÃO
SECRETARIA
DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
UNIDADE
REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE BACABAL
SUPERVISÃO
DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS
NÚCLEO
DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS DE BACABAL
E-PROINFO:
REDES DE APRENDIZAGEM
DIRETRIZES
DA ESCOLA FRENTE AO USO DAS MIDIAS SOCIAIS
UTILIZAÇÃO DO WHATSAPP COMO MEIO CATALIZADOR NA APRENDIZAGEM DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS
AUTOR:
PROFESSOR/FORMADOR JOAO BATISTA CUNHA FREIRE
PÚBLICO
ALVO: Alunos de Ensino Médio
OBJETIVOS:
* Utilizar
o aplicativo whatsapp para dinamizar a prática de uso de línguas
estrangeiras, através da troca de mensagens de texto, utilizando o
idioma em estudo, com traduções para o português e vice-versa.
* Incentivar
maior envolvimento do alunado ao estudo de línguas e promover
interação entre os participantes da/as turma/as.
* Estimular
interações também, através de mensagens de voz e/ou vídeo,
adotando as mesmas estratégias utilizadas para com as mensagens de
texto.
PONTO
DE PARTIDA:
Uma das dificuldades no
estudo de línguas estrangeiras é a falta de convívio do estudante
com pessoas que falam o idioma em estudo. Portanto, a ideia principal
é promover esse convívio entre pessoas que padecem da mesma
carência, através de situações que possam mediar tal entrave,
logo optou-se por adotar uma das redes sociais como meio de solução
de tal problemática, muito presente na vida do estudante de Ensino
Média da rede pública. A via adotada foi o whatisapp - rede social
que dentre as demais, consegue consegue atrair larga demanda de
usuários, talvez pelo fato do fácil manuseio do aplicativo, somado
a outros pontos como ação instantânea na transmissão de dados:
texto, fotos, vídeos... com a utilização de dispositivos que fazem
parte da vida humana, principalmente o celular/smartphone.
ESTRATÉGIAS
E RECURSOS:
* Apresentar
aos alunos áudio de uma música em inglês ou outra língua
estrangeira, que se esteja trabalhando e depois cantá-la com vossa
participação;
* Discutir
com os alunos a letra da música ouvida/cantada;
* Assistir
com eles (alunos), um vídeo/filme (curto), também no idioma
trabalhado e depois sondar o entendimento da mensagem, por parte dos
mesmos;
* Formar
grupo/os utilizando o whatsapp (dividir a turma em mais de um grupo
para facilitar o gerenciamento das atividades – tendo sempre o/a
professor/ra como administrador/ra do grupo)
* Dar
início ao processo de trocas de mensagens no idioma em estudo –
iniciar requisitando traduções de pequenos textos para o português
e depois, a partir do português. Com a continuidade, sugerir que as
mensagens sejam elaboradas por eles próprios, sendo que cada um
escolha a de um colega para realizar a tradução;
* Substituir
a troca de mensagens de texto para mensagens de voz/vídeo e aplicar
didática semelhante;
* Utilizar
a estratégia em processo contínuo, podendo expandir para outras
redes, tais como: blog, facebook, para não se tornar monótona e
cansativa;
Considerar o processo
avaliativo da disciplina (matéria), a partir da participação e
evolução do aluno.
OBSERVAÇÕES:
- O procedimento será complementar ao uso do livro didático que também deverá ser incentivado pelo professor, assim como utilização de outras mídias/fontes: dicionários de línguas e tradutores online, inclusive trabalhando o processo comparativo para melhor depuração do conteúdo em estudo;
- O professor deverá incentivar também, apreciação de filmes no idioma trabalhado, com ou sem legenda; ouvir músicas no mesmo idioma e até pedir suas traduções, auxiliando-os em atividades de sala de aula.
CONSIDERAÇÕES:
Ser bilíngue se tornou uma necessidade
na vida dos brasileiros e das demais nações que não são
originárias de países que falam a língua inglesa - universal
comercialmente. Seja pelo fator profissional, comercial, acadêmico,
ou até mesmo em busca de realização pessoal, precisamos nos
aprofundar no conhecimento de outro/os idioma/as e as oportunidades
são mínimas, quando nos referimos à escola, assim temos que buscar
cursos extras para conseguir comunicar-se, com eficiência em
língua/as estrangeira/as. Infelizmente, pagar cursos extras não
está ao alcance financeiro de todos, podando assim, o acesso da
maioria aos cursos oferecidos na área em discussão, mas com a
finalidade de amenizar tal situação e, buscando facilitar o
desempenho do alunado nos idiomas estrangeiros, oferecidos pelas
escolas de ensino médio, propõe-se, na realização dessa
atividade, adotar o uso da rede social whatisapp, como meio
facilitador no processo, conforme se justifica na elaboração de
seus objetivos e nas estratégias apresentadas.
Aberto a sugestões e passivo de
revisões.
João Batista.
domingo, 21 de dezembro de 2014
Ingresso nas redes sociais
REDES DE APRENDIZAGEM
Atividade 2.2 - Compartilhando experiências de uso de redes sociais
-Processos que envolveram o ingresso nas redes sociais-
João Batista
As redes sociais são determinantes no meio comunicacional atual,
hoje existem variadas possibilidades de interação social, seja via
celular, smartphone, notebook, tablet ou outro dispositivo conectado
à Internet, além dos sistemas de mensagens via operadoras de
celular.
O advento das redes sociais datam dos anos 90 - “O
ClassMates (colegas, em inglês) é considerado a primeira rede
social. Foi criado em 1995 pelo norte-americano Randy Conrads para
reunir amigos da escola e faculdade. O serviço era pago, mas fez
muito sucesso na época entre usuários dos Estados Unidos e Canadá.
Existe até hoje.
Em
1997 surgiu o Six Degrees, de Andrew Weinreich, parecido com as redes
sociais que conhecemos hoje: com envio de mensagens, publicação em
murais e a possibilidade de adicionar contatos”.
Conteúdo acessível em:
http://www.dgabc.com.br/Noticia/462216/qual-foi-a-primeira-rede-social?referencia=minuto-a-minuto-lista
Em
http://www.infoescola.com/sociedade/redes-sociais-2/
podemos conferir: “A primeira rede social surgiu em
1995 nos Estados Unidos e Canadá, chamada Classmates, com o objetivo
de conectar estudantes da faculdade. A partir de então as redes
sociais se popularizaram até os dias de hoje, com o surgimento das
redes de música como Last.FM, fotos como o Flickr e vídeo como o
Vimeo”.
Como ingressei participação em redes sociais?
Iniciei em 1998, por acaso, havia adquirido meu primeiro computador
pessoal com instalação do SO 95 - Sistema Operacional Windows 95 –
um pouco antes, tinha realizado um curso de informática, operando
com o Sistema Operacional MS-DOS, logo não conhecia muito do
Windows, a não ser pelo fato de conseguir digitar em seu
editor/processador de textos, o Microsoft Word - utilizando as
configurações básicas de formatação de documentos, porém fui
classificado para cursar uma especialização em Informática
Educacional, pela UFRPE – Universidade Federal Rural de Pernambuco,
através do PROINFO – Programa Nacional de Informática na
Educação, hoje Programa Nacional de Formação
Continuada em Tecnologia Educacional (ProInfo Integrado). No
curso, aprendemos
noções básicas de manuseio de aplicativos pertencente aos pacotes
do Windows e o grupo de Bacabal, na época: Ana
Luzia Brandão, Francisco Marques, João Batista, Júlia Ferreira e
Vilagran Cabrita
após conclusão da referida especialização, iniciou uma jornada de
estudos e aprofundamentos naqueles e em outros aplicativos para se
tornar apto a formar professores para o uso pedagógico das
tecnologias que chegariam às escolas públicas.
Quanto às redes sociais,
como dizia, iniciei em 1998, quando em um dos módulos de
Informática, ministrados no curso de especialização, utilizamos a
plataforma de bate-papo mIC: “mIRC
é um cliente de IRC,
shareware,
para o sistema
operacional
Microsoft
Windows,
criado em 1995
e desenvolvido por Khaled
Mardam-Bey
com a finalidade principal de ser um programa chat
utilizando o protocolo IRC,
onde é possível conversar com milhões de pessoas de diferentes
partes do mundo. Ele era utilizado somente para isto, mas evoluiu
para uma ferramenta totalmente configurável, que pode ser usada para
muitas finalidades devido à sua linguagem de programação
incorporada (mIRC
Scripting).
Outros usos incluem:
- Gerente para canais de IRC
- Servidor de jogos multiplayer
- Leitor de MP3
- Browser
- Plataforma de jogos (designados de mIRC games, jogos de mIRC” - consultar em: http://pt.wikipedia.org/wiki/MIRC
Em
http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet_Relay_Chat
consulte também: “Internet
Relay Chat (IRC) é um protocolo de comunicação utilizado na
Internet.
Ele é utilizado basicamente como bate-papo (chat)
e troca de arquivos, permitindo a conversa em grupo ou privada. Foi
documentado formalmente pela primeira vez em 1993”.
Incluindo
outras possibilidades como blogs facebook, twitter e outras mais, as
janelas se alargam
no sentido de opções de exploração de tais ferramentas como meio
facilitador do processo de comunicação e construção do
conhecimento.
Em
minha jornada, continuei praticando interações via rede, ou como
cursista ou em tutoria de formação continuada em educação a
distância. Situações que nos possibilitam um convívio maior com
as redes de interação social. Em um dos cursos realizados criei, em
grupo – em 25/06/2003, atendendo a uma requisição de atividade, o
fórum “Água,
indispensável à Vida”, acessível em:
http://inforum.insite.com.br/protecao-das-aguas-doces/1436126.html
que trata da necessidade de economia e preservação da água própria
ao consumo humano, a plataforma de criação de páginas como a que
pode se acessada na URL informada acima é:
http://inforum.insite.com.br
Hoje,
utilizo facebook, blog, raramente, o twitter, whatsapp e poucas
outras ferramentas de interação e confesso que será quase
impossível conviver sem tais ferramentas em um mundo em que as
informações circulam em velocidade avassaladora e que, querendo ou
não, se não nos integrarmos a elas, estaremos perdendo espaços na
família, na profissão e em todos os demais segmentos presentes em
nossas vidas.
Quando
nos referimos a nossa caminhada pedagógca, fica difícil não nos
reportarmos ao uso, convívio e intermediação quanto à prática de
tais redes, pois fica difícil imaginar um adolescente alheio a elas
e em uma visão mais ampla... A sociedade congestionaria se não
aderisse a seu uso... Logo, só nos resta encontrarmos a melhor
dinâmica de utilidade e compartilharmos da melhor forma possível.
Abração.
Contribua,
comentando, postando sugestões, criticando... Da melhor maneira que
considerar valer a contribuição.
João
Batista.
PS:
as redes
sociais
são democráticas, pois conseguem aproximar pessoas de diferentes
classes
sociais...
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Redes de Aprendizagem - Atv. 1.3
Supervisão de Tecnologias Educacionais
Núcleo de Tecnologias Educacionais de Bacabal
Curso: Redes de Aprendizagem
Entidade: SEDUC - MA
Entidade: SEDUC - MA
Turma:
Wirlanda
Módulo: Redes de Aprendizagem - Guia do Cursista
Oferta: 2014/02
Módulo: Redes de Aprendizagem - Guia do Cursista
Oferta: 2014/02
Cursista: João Batista
Local de realização: SEDUC - MA
Local de realização: SEDUC - MA
Atividade 1.3 - Relação homem-técnica
A
evolução tecnológica acontece desde os primórdios. No início o
processo era lento, mas Paleolítico e Neolítico e ações que
antecederam os citado períodos, também foram marcados por novidades
tecnológicas, da época, que hoje, mesmo parecendo tão arcaicas,
representavam grandes inovações em suas criações/evoluções e
contribuíram para nossa atualidade tecnológica.
Tecnologia: conjunto de
conhecimentos e princípios científicos que se aplicam ao
planejamento, à construção e utilização de um equipamento em um
determinado tipo de atividade. É a aplicação deste conhecimento
através de sua transformação no uso de ferramentas, processos e
materiais criados e/ou utilizados a partir de tal conhecimento.
Fundamentados na definição acima
e, atendendo ao que se pede na atividade 1.3 do Curso Redes de
Aprendizagem, o professor Raimundo Jorge, multiplicador do NTE de
Bacabal-MA e eu, João Batista, assistimos aos vídeos sugeridos,
realizamos pesquisas e produzimos dois vídeos, de acordo com as
requisições da referida atividade, conforme disponibilizamos:
Obs.: vale ressaltar que os vídeos
foram realizados com alunos da escola Raimundo Nonato Ferro do Lago e
com o professor Manoel Lemos que desenvolve suas atividades na escola
citada e no Centro de Ensino Presidente José Sarney. As gravações
captaram interferências de ambientes externos e de outras
tecnologias em uso no momento, tais como: ventiladores, aparelhos de
ar condicionado e visitas inesperadas de outras pessoas. A entrevista
com os alunos foi gravada no formato VGA/MP4, enquanto que a que
realizamos com o professor Lemos foi gravada em HD/MP4, tornando
difícil de disponibilizá-la na rede, logo optei por uma conversão,
então utilizei o conversor: onlinevideoconverter. Acessível em:
http://eu.onlinevideoconverter.com/
, facilitando o manuseio de edição/postagem, assim como o de
acesso.
Situação-problema
1:
Situação-problema
2:
Abraços a todas/os,
João
Batista.
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Redes de aprendizagem
Redes
de aprendizagem
A
população cresce numa velocidade tão extensa que o inchaço
demográfico tem abalado países e até mesmo continentes,
principalmente o asiático. O crescente desenvolvimento tecnológico,
somado ao processo de globalização e vários outros avanços, de
larga escala, vem provocando desequilíbrios naturais e assim
afetando a humanidade e os demais animais, em seus distintos habitat.
Os meteorologistas e profissionais de outros segmentos e entidades há
tempos nos alertavam sobre tais situações. Porém, em busca de uma
evolução e pensado em certos (muitos) benefícios, próprios,
sociais e de grande escala, o homem não adotou os cuidados
necessários em prol da preservação do universo natural e hoje já
sofremos grandes consequências como: superaquecimento, escassez de
água e infinidade de outras. O processo de conscientização é
lento, mas não impossível e acreditamos que através da repetição
e aprimoramento podemos avançar bastante neste sentido... Vejamos
como o consumo do cigarro tem diminuído, através das medidas
impostas pelo ministério da saúde, onde a embalagem do próprio
produto traz advertências sobre os danos que poderão recair sobre o
consumidor. Isso também caracteriza um aprendizado via rede de
informação e conscientização. Nós professores/educadores também
temos o potencial da difusão e podemos ampliar esse tipo de alerta
conscientizadora em rede. O saber hoje, é compartilhado de forma
muito instantânea, via redes de computadores e vários outros
dispositivos, que também se comunicam via Internet, bluetooth,
infravermelho, satélite... Assim crescem as redes de aprendizagem –
construção, ampliação e difusão do conhecimento. Neste momento,
por exemplo, estamos praticando a troca de saberes e auxiliados por
uma rede de aprendizagem.
Abraços,
João
Batista.
domingo, 18 de novembro de 2012
A família e a educação
Educação
Segundo se lê no mini Aurélio, 8ª edição: 2010 - é o processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral do ser humano.
Para que o ser desenvolva essas e as demais capacidades necessárias em sua existência é imprescindível uma base familiar de estrutura sustentável; que guie seus primeiros passos e o oriente para um busca de crescimento e manutenção de todos os direitos e deveres atribuídos à pessoa humana. Portanto, a base da educação se sustenta na família e se amplia com diversos outros universos, aos quais somos submetidos ao "longo" da vida.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
A educação e a humanidade
Educação – como definir?Instrução/catequização? Ensino? Polidez? Afinal o que é e quando se inicia o processo educacional de um ser ou de uma nação? O processo educativo é mais complexo do que imaginamos – não se limita ao que se absorve no cotidiano instrutivo na vida dos seres. Presenciamos diariamente, pessoas bem dotadas de conhecimentos e capazes profissionalmente, porém apresentando posturas que as destacam como indivíduos grosseiros e mal educados.
A educação inicia-se com o nascimento, quiçá no período gestativo e se estende por toda vida lúcida de um ser; representa um fenômeno que envolve aprendizado completo e “partilha” de saberes e informações, com postura adequada em todos os segmentos da vida humana...
Quando se pronuncia que alguém é mal educado, quase sempre não se refere à sua vida escolar; ao seu grau de instrução, mas sim à sua postura de grosserias/indelicadezas perante aos demais, assim como ocorre presenciarmos posturas louváveis de pessoas não agraciadas por uma escolaridade, mas que as atitudes lhe conferem rótulo de cidadão educado e aí retornamos à indagação: como se definir o termo EDUCAÇÃO?
Paulo Freire a diferencia da definição tradicional, ao eliminar a total soberania do educador sobre o educando, o que chamou de Educação Libertadora – a Pedagogia da Esperança, carregada de perspectiva; com uma troca mútua entre educador e educando, onde o saber é construído e compartilhado sem um detentor único.
Educar significa edificar o cidadão como pessoa humana, de forma que este não se considere único e entenda que todos têm o direito de igualdade social e jurídica; que todos precisam cumprir com os direitos e deveres formalizados à humanidade, que tais direitos e deveres são e devem ser iguais para todos, embora existam os privilégios de alguns, mas que tais privilégios devem ser eliminados...
Para um dos maiores visionários do uso da tecnologia na educação, o educador sul-africano Seymour Papert, a tecnologia – na época o computador é de fundamental importância no processo educativo da criança. Na década de 60, dizia ele que toda criança deveria ter um computador em sala de aula. Hoje ainda não é muito simples a utilização das tecnologias como ferramentas pedagógicas, pelo fato da resistência de alguns colegas professoras/es e/ou gestoras/es, que ainda não incorporaram esta nova metodologia pedagógica. Na época, as teorias de Papert tornaram-se muito fictícias, mesmo que, em sua busca visionária, tenha desenvolvido o Logo - linguagem de programação totalmente voltada para o processo educacional.
Segundo Papert (PAPERT 94) o uso educacional do computador classifica-se em Instrucionismo e Construcionismo:
* Instrucionismo – fundamentado na arte de ensinar, onde ocorre a transmissão do conhecimento, através do repasse da informação pelo professor, ao aluno, que considerado dependente de tal conhecimento, deve esforçar-se para assimilá-lo. Assim ocorria a Instrução Auxiliada por Computador, o CAI (Computer Assisted Instruction), onde o computador assumiria o papel de máquina de “ensinar” (VALENTE).
* Construcionismo - o aprendizado ocorre de forma ativa e oportuna do aluno que constrói o próprio conhecimento. O aluno, através de softwares adequados, se auto-educa/capacita, praticando tarefas de "ensinar" o computador (VALENTE). Como exemplo bem característico desta filosofia, podemos citar a linguagem de programação Logo, desenvolvida pelo próprio Seymour Papert, por volta de 1967/68, onde o usuário cria os passos e ensina o computador (através do software) a seguir os comandos, para depois executá-los, conforme ordenado.
Nesse sentido, a educação se confunde com instrução/aprendizado/auto-aprendizado, sendo observada mais por uma ótica de absorção/construção de conhecimentos do que de formação/aprimoramento humano-cristã.
Comente o que você leu, critique, avalie, aprimore... Posicione-se com seu entendimento/conhecimento sobre EDUCAÇÃO.
João Batista.
A educação inicia-se com o nascimento, quiçá no período gestativo e se estende por toda vida lúcida de um ser; representa um fenômeno que envolve aprendizado completo e “partilha” de saberes e informações, com postura adequada em todos os segmentos da vida humana...
Quando se pronuncia que alguém é mal educado, quase sempre não se refere à sua vida escolar; ao seu grau de instrução, mas sim à sua postura de grosserias/indelicadezas perante aos demais, assim como ocorre presenciarmos posturas louváveis de pessoas não agraciadas por uma escolaridade, mas que as atitudes lhe conferem rótulo de cidadão educado e aí retornamos à indagação: como se definir o termo EDUCAÇÃO?
Paulo Freire a diferencia da definição tradicional, ao eliminar a total soberania do educador sobre o educando, o que chamou de Educação Libertadora – a Pedagogia da Esperança, carregada de perspectiva; com uma troca mútua entre educador e educando, onde o saber é construído e compartilhado sem um detentor único.
Educar significa edificar o cidadão como pessoa humana, de forma que este não se considere único e entenda que todos têm o direito de igualdade social e jurídica; que todos precisam cumprir com os direitos e deveres formalizados à humanidade, que tais direitos e deveres são e devem ser iguais para todos, embora existam os privilégios de alguns, mas que tais privilégios devem ser eliminados...
Para um dos maiores visionários do uso da tecnologia na educação, o educador sul-africano Seymour Papert, a tecnologia – na época o computador é de fundamental importância no processo educativo da criança. Na década de 60, dizia ele que toda criança deveria ter um computador em sala de aula. Hoje ainda não é muito simples a utilização das tecnologias como ferramentas pedagógicas, pelo fato da resistência de alguns colegas professoras/es e/ou gestoras/es, que ainda não incorporaram esta nova metodologia pedagógica. Na época, as teorias de Papert tornaram-se muito fictícias, mesmo que, em sua busca visionária, tenha desenvolvido o Logo - linguagem de programação totalmente voltada para o processo educacional.
Segundo Papert (PAPERT 94) o uso educacional do computador classifica-se em Instrucionismo e Construcionismo:
* Instrucionismo – fundamentado na arte de ensinar, onde ocorre a transmissão do conhecimento, através do repasse da informação pelo professor, ao aluno, que considerado dependente de tal conhecimento, deve esforçar-se para assimilá-lo. Assim ocorria a Instrução Auxiliada por Computador, o CAI (Computer Assisted Instruction), onde o computador assumiria o papel de máquina de “ensinar” (VALENTE).
* Construcionismo - o aprendizado ocorre de forma ativa e oportuna do aluno que constrói o próprio conhecimento. O aluno, através de softwares adequados, se auto-educa/capacita, praticando tarefas de "ensinar" o computador (VALENTE). Como exemplo bem característico desta filosofia, podemos citar a linguagem de programação Logo, desenvolvida pelo próprio Seymour Papert, por volta de 1967/68, onde o usuário cria os passos e ensina o computador (através do software) a seguir os comandos, para depois executá-los, conforme ordenado.
Nesse sentido, a educação se confunde com instrução/aprendizado/auto-aprendizado, sendo observada mais por uma ótica de absorção/construção de conhecimentos do que de formação/aprimoramento humano-cristã.
Comente o que você leu, critique, avalie, aprimore... Posicione-se com seu entendimento/conhecimento sobre EDUCAÇÃO.
João Batista.
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